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Tyago Barbosa, advogado, OAB/DF 18.206, Brasília

A maior parte dos conflitos de família não começa na partilha.Começa muito antes, no que ninguém teve coragem de conversar.

Trabalho com direito do idoso, direito de família e planejamento sucessório. A ideia é simples: organizar em vida o que vai ficar, e deixar registrado com clareza o que você quer, enquanto ainda dá tempo de conversar sobre isso com calma.

Tyago Barbosa, advogado

A frase que define o trabalho


Planejar é cuidar. Organizar é proteger. Prevenir é amar.

Uma senhora me procurou para analisar o contrato de um imóvel. Era uma dúvida pontual, de meia hora. A conversa mostrou que o contrato era o menor dos problemas: faltava organização em quase tudo, e ela nunca tinha tido com quem falar sobre isso. Saiu com um acompanhamento de seis meses, e o contrato acabou sendo o último item da lista.

É quase sempre assim. A pergunta que chega é pequena. O que está atrás dela é uma vida inteira que ninguém parou para organizar.

Documento resolve a parte jurídica. A conversa resolve o resto. Meu trabalho é cuidar das duas coisas na mesma mesa.

O que faço na prática

Áreas de atuação


Três frentes que quase sempre chegam juntas, porque na vida real elas não vêm separadas.

Direito do Idoso

Proteção da pessoa idosa

Orientação para quem quer manter a autonomia sobre a própria vida e o próprio dinheiro, e reduzir a chance de que decisões importantes sejam tomadas por outras pessoas. O ponto de partida é sempre a vontade de quem viveu aquela história.

  • Procuração preventiva, o documento em que a pessoa escolhe hoje quem poderá decidir por ela caso um dia não consiga decidir sozinha.
  • Testamento vital, também chamado de diretivas antecipadas de vontade, em que a pessoa registra quais tratamentos aceita ou não aceita receber.
  • Orientação sobre empréstimo consignado indevido e venda casada.
  • Prevenção contra os golpes mais comuns aplicados contra pessoas idosas.
Planejamento sucessório

Organizar em vida o que será transmitido

Estruturar a transmissão do patrimônio antes que ela aconteça, com os documentos certos e a conversa feita. O objetivo não é apenas dividir bens. É evitar que a família precise adivinhar o que a pessoa queria.

  • Testamento patrimonial.
  • Doação com reserva de usufruto, quando a pessoa transfere o bem e continua usando e recebendo os frutos dele enquanto viver.
  • Cláusulas de proteção (inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade), que impedem, respectivamente, a venda do bem, a penhora por dívidas e a divisão com o cônjuge do herdeiro.
  • Holding familiar, quando o tamanho e a natureza do patrimônio justificam.
Direito de família

Decisões difíceis, conduzidas com cuidado

Regime de bens, pactos, acordos entre familiares e as conversas que ninguém quer começar. Muita coisa que vira processo poderia ter sido acordo, e muita coisa que vira acordo começou como uma conversa bem conduzida.

  • Escolha e alteração de regime de bens.
  • Acordos familiares construídos com método, e não no calor da discussão.
  • Equidade entre os filhos, que nem sempre é a mesma coisa que divisão igual.
Proteção patrimonial

Reduzir a exposição do que foi construído

Um patrimônio bem construído pode ser desmontado por um litígio, por uma dívida de terceiro, pelo divórcio de um herdeiro ou por uma incapacidade que chega sem aviso. Mapear essa exposição é o primeiro passo para reduzi-la.

  • Leitura dos riscos reais de cada família, um a um.
  • Estruturas de proteção compatíveis com o caso, sem complicar o que é simples.
  • Regularização de imóveis, porque bem irregular costuma virar problema na geração seguinte.
Mediação

Quando ainda dá para conversar

Tenho formação em mediação de conflitos e uso isso antes, durante e às vezes no lugar da disputa. Mediação é o caminho em que as próprias partes constroem a saída, com o apoio de alguém imparcial conduzindo a conversa.

  • Mediação familiar entre irmãos, entre gerações e entre sócios de uma mesma família.
  • Pareceres de mediação com recomendação por escrito.
  • Conversas preparatórias antes de qualquer medida judicial.
Inventário e regularização

Quando a organização não foi feita antes

Nem sempre a família chega a tempo de planejar. Quando o inventário já é o assunto, o trabalho é conduzir isso pelo caminho menos desgastante possível, mantendo as pessoas conversando.

  • Inventário extrajudicial, feito em cartório quando a lei permite e a família está de acordo.
  • Regularização de imóveis e de documentação pendente.
  • Organização dos documentos que ninguém encontra na hora em que precisa.
Como eu conduzo

O método P.A.Z.


Três movimentos, sempre nessa ordem. Estrutura primeiro, pessoas junto, tempo depois.

Proteção

Mapear a exposição real da família: litígio, credores, divórcio de herdeiros, incapacidade futura e transmissão não planejada. Antes de propor qualquer documento, é preciso saber com precisão o que está descoberto.

Alinhamento

Fazer três coisas convergirem antes que o conflito apareça: a vontade de quem construiu, a estrutura jurídica escolhida e a expectativa de quem vai receber. Quando essas três coisas não conversam entre si, a briga é questão de tempo.

Zeladoria da Vida

Cuidar da pessoa e da família ao longo do tempo, inclusive naquilo que não é jurídico. Plano feito e guardado na gaveta envelhece. Vida muda, família muda, patrimônio muda, e o plano precisa acompanhar.

Toda conversa começa com a mesma pergunta: quais são as suas três maiores preocupações hoje? Algumas têm resposta jurídica. Outras não, e mesmo assim entram no plano.

O profissional por trás do trabalho

Quem é Tyago Barbosa


Sou advogado inscrito na OAB/DF sob o número 18.206 e atuo desde 2015. Meu escritório fica no Lago Sul, em Brasília. Trabalho com direito do idoso, direito de família e planejamento sucessório, três áreas que quase nunca aparecem sozinhas. Quando uma família me procura por causa de um imóvel, o assunto real costuma ser outro, e ele aparece por volta do terceiro minuto de conversa.

Sou pós-graduado em previdência complementar, tenho formação em negociação por Harvard, pelo CMI Interser, e formação em mediação de conflitos pela Edwards Mediation Academy. Essa combinação define o jeito como conduzo os casos. A técnica jurídica cuida da estrutura, dos documentos e das cláusulas. A negociação e a mediação cuidam da parte que documento nenhum alcança sozinho, que é a relação entre as pessoas que vão continuar convivendo depois que tudo estiver assinado.

Sou conhecido como o Advogado da Paz, e em contexto técnico me apresento como Legacy Advisor do Idoso, o profissional que acompanha a pessoa e a família ao longo do tempo na organização da vida, do patrimônio e do legado. Num parecer de mediação, recomendei ao meu próprio cliente suspender a disputa por um imóvel, cuidar da saúde, cuidar da esposa que estava em depressão e trabalhar o perdão. Escrevi ali que a maior vitória é conquistar a paz no próprio coração. Continuo pensando exatamente isso.

O programa que criei

TIP, Terceira Idade Protegida


Uma rede de apoio jurídico e familiar para idosos, viúvas, pensionistas e famílias que querem organizar a vida, proteger o patrimônio, prevenir conflitos e preservar o legado.

Uma rede de apoio jurídico e familiar para idosos, viúvas, pensionistas e famílias que querem organizar a vida, proteger o patrimônio, prevenir conflitos e preservar o legado.

Percebi que boa parte do que essas famílias precisavam não cabia num processo. Cabia num acompanhamento. O TIP nasceu disso. O nome diz a proposta inteira: Terceira honra a fase da vida, Idade afirma a identidade, e Protegida é a promessa.

Hoje são cerca de 32 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais. A projeção do IBGE aponta algo próximo de 67 milhões até 2050, e vale dizer com todas as letras que projeção é estimativa sobre o futuro, não é dado do presente. Ainda assim, a direção é clara, e a maioria dessas famílias nunca teve uma conversa organizada sobre o assunto.

O programa também funciona por convênio com associações de aposentados, hoje com a AFABB-DF e a ABACE. A associação oferece o benefício ao associado sem custo e sem risco para ela, e o escritório retribui com palestras mensais gratuitas e uma tarde por mês de orientação gratuita na sede da associação.

  • Diagnóstico: Uma conversa estruturada para entender a situação real. No formato essencial são 60 minutos de escuta e direcionamento. No estratégico são 90 minutos, com parecer escrito, mapa familiar, mapa patrimonial e leitura dos riscos.
  • Família Protegida: Um encontro de abertura gratuito, o Café com Legado, e mais quatro encontros de uma hora e meia, em turmas de sete famílias. Cada inscrição dá direito a duas cadeiras, a da pessoa idosa e a de um acompanhante da família. Ao final, a família recebe o Relatório Família Protegida.
  • TIP Acompanhamento: Seis ou doze meses de rede de apoio jurídico e familiar. Não é execução jurídica. O entregável central é o Plano Mestre de Proteção Familiar, com diagnóstico familiar, documental, patrimonial e sucessório, riscos, recomendações e plano de ação para 30, 90 e 180 dias.
  • Execução jurídica: Quando o plano indica um documento ou uma medida, a execução é contratada à parte: testamento patrimonial, testamento vital, doação com reserva de usufruto, cláusulas de proteção, holding familiar, procuração preventiva, mediação familiar, regularização de imóveis e inventário extrajudicial.
Publicado em 2026

O livro O QUE FICA


O QUE FICA: como o Direito pode devolver a paz de uma família.

Escrevi o livro para colocar no papel o que aprendi ouvindo famílias em momentos difíceis. As histórias estão anonimizadas e o método está explicado em linguagem simples, sem juridiquês, porque quem mais precisa entender aquilo não é advogado.

Tem uma história ali que resume bem o trabalho. Uma viúva passou anos sem conseguir tirar de casa os bens do marido falecido. O que destravou aquilo não foi uma peça jurídica. Foi ajudar a organizar uma venda de garagem, com a família junto, num sábado. Nem tudo o que trava uma família se resolve no papel.

E tem a história de um casal que decidiu antes. Venderam um imóvel para viajar, foram a Portugal e depois deram uma volta pelo Brasil de carro. Doaram dois imóveis aos netos, com cláusulas de proteção, e trataram a filha recém-divorciada de forma diferente das demais, por equidade, porque a situação dela era diferente. Ninguém precisou discutir isso depois.

O livro também apresenta a Carta de Legado Afetivo, uma criação do programa. É um documento sem validade jurídica, guardado junto ao testamento, em que a pessoa escreve para quem fica: quem ela foi, o que aprendeu e por que decidiu as coisas do jeito que decidiu. É o que costuma segurar o ressentimento, porque a decisão chega explicada, com a voz de quem a tomou.

Onde encontrar o livro: [informação de compra ou link].

O caminho, do primeiro contato à decisão

Como começa uma conversa


Sem mistério e sem compromisso de contratação.

O primeiro contato

Você escreve ou liga e conta em poucas linhas o que está acontecendo. Se o caso não for da minha área, eu digo isso já nesse primeiro contato e indico o caminho mais adequado.

A conversa de diagnóstico

São dois formatos. O essencial tem 60 minutos e serve para escutar e direcionar. O estratégico tem 90 minutos e termina com parecer escrito, mapa familiar, mapa patrimonial e leitura dos riscos.

As três maiores preocupações

Nessa conversa eu pergunto quais são as suas três maiores preocupações neste momento. É a partir das suas respostas, e não de um pacote pronto, que o caminho é desenhado.

O caminho recomendado

Pode ser um acompanhamento, pode ser participar dos encontros do TIP com um familiar, pode ser a execução de um documento específico, e pode ser nenhuma das três. Se a recomendação for esperar, eu digo que é para esperar.

A decisão é sua, no seu tempo

Você recebe a recomendação por escrito quando o formato prevê, conversa em casa com quem precisar conversar e decide depois. Assunto de família não se decide com pressa.

Honorários não são divulgados neste site. Eles são apresentados de forma individual, por escrito, depois que eu entendo o caso, conforme as regras da advocacia.

Uma conversa resolve menos do que você imagina, e mais do que você esperaAgendar uma conversa inicial


Se você está lendo isto por causa do seu pai, da sua mãe ou de você mesmo, o primeiro passo é o mesmo: uma conversa para entender onde a sua família está hoje e o que dá para organizar a partir de agora.