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Palestras e encontros educativos

Uma palestra que a sua instituição pode oferecersem custo e sem venda

Tyago Barbosa leva a associações, sindicatos, empresas, condomínios, clubes e comunidades uma conversa direta sobre golpes, documentos, planejamento sucessório e autonomia da pessoa idosa. São seis temas prontos, com material impresso para todos os participantes. É conteúdo educativo: não existe apresentação de serviços no palco.

O que é

Uma hora de informação clara, para gente adulta


A palestra faz parte do TIP, Terceira Idade Protegida, programa de apoio jurídico e familiar criado por Tyago Barbosa.

A maior parte das perguntas que chegam ao escritório poderia ter sido respondida anos antes. O contrato que ninguém leu. A doação feita sem cláusula nenhuma. O empréstimo que apareceu no contracheque e ninguém pediu. O imóvel que continua no nome de quem já morreu. Quase sempre não falta dinheiro para resolver: falta informação em tempo de decidir.

A palestra existe por causa disso. Ela reúne, em uma hora, o que uma família precisa saber antes de precisar de advogado. A linguagem é simples e o assunto é concreto. Quando um termo técnico é inevitável, ele é explicado ali mesmo, com um exemplo.

O público é tratado como adulto que administrou a própria vida por décadas. Não há tom paternal, não há apelido carinhoso, não há susto. Há informação organizada, exemplos reais de casos anonimizados e tempo de sobra para perguntas.

Temas

Seis temas disponíveis


A instituição escolhe um tema por encontro. Quem quiser montar uma série, dá para fazer um por mês, na ordem que fizer mais sentido para o grupo.

Tema 1

Os sete golpes mais comuns contra a pessoa idosa

São sete golpes que se repetem: falso advogado, falso oficial de justiça ou falso servidor do INSS; mensagem de parente pedindo dinheiro no WhatsApp; falso funcionário de banco; falso investimento; troca de cartão no caixa eletrônico; falsos técnicos que entram em casa; venda casada e empréstimo consignado que ninguém pediu. A palestra mostra como cada um começa, que frase o golpista costuma usar e em que ponto ainda dá para parar. O antídoto é o mesmo para todos os sete: ter alguém de confiança para quem ligar antes de decidir qualquer coisa.

  • Indicado para associações de aposentados, sindicatos, clubes e condomínios
  • Costuma ser o primeiro tema de uma série
Tema 2

Documentos em ordem: o que a sua família precisa encontrar

Certidões, escrituras, contratos, apólices, extratos, senhas e a lista do que se tem: em muitas famílias, tudo isso mora na cabeça de uma pessoa só. A palestra apresenta uma lista prática do que reunir, onde guardar, o que digitalizar e quem precisa saber que a pasta existe. O objetivo é simples: que ninguém precise procurar papel no pior momento.

  • Indicado para grupos de terceira idade, condomínios e escritórios de contabilidade
  • Cada participante sai com o checklist impresso
Tema 3

Testamento, doação e usufruto sem juridiquês

Testamento, doação com reserva de usufruto (quando a pessoa doa o bem mas continua usando e recebendo o aluguel dele enquanto viver), cláusulas de proteção e holding familiar são instrumentos diferentes, com efeitos diferentes e custos diferentes. A palestra explica o que cada um faz, o que nenhum deles faz e em que tipo de situação cada um costuma ser considerado. Ninguém sai com uma recomendação pronta, porque isso depende dos documentos e da história de cada família.

  • Indicado para clubes, associações e empresas familiares
  • Boa opção para público que já tem patrimônio a organizar
Tema 4

Testamento vital: decidir hoje sobre a saúde de amanhã

Testamento vital é o nome popular das diretivas antecipadas de vontade, o documento em que a pessoa registra quais tratamentos aceita e quais não aceita, caso um dia não consiga se expressar. A palestra explica como esse registro é feito, quem precisa ter uma cópia dele e por que ele poupa a família de decidir no escuro em uma UTI. Trata também da procuração preventiva, que define desde já quem cuida dos assuntos práticos se a pessoa ficar impossibilitada.

  • Indicado para clínicas de geriatria, casas de repouso e planos de saúde
  • Tema mais delicado, pede sala reservada e tempo maior de perguntas
Tema 5

A conversa que a família adia

Dinheiro, saúde, documentos e futuro são assuntos que quase toda família empurra para depois, até que uma internação ou um falecimento obrigue a tratar de tudo ao mesmo tempo, e no pior estado emocional possível. A palestra mostra como abrir essa conversa sem parecer que alguém está apressando herança, quem deve estar na sala, o que combinar primeiro e o que deixar por escrito. Serve tanto para quem passou dos sessenta quanto para o filho adulto que não sabe como começar.

  • Indicado para empresas, programas de pré-aposentadoria e comunidades
  • Funciona melhor quando pais e filhos assistem juntos
Tema 6

Carta de legado afetivo: o que fica quando o inventário acaba

A carta de legado afetivo é um documento sem nenhuma validade jurídica, guardado junto ao testamento, em que a pessoa escreve para quem fica: quem ela foi, o que aprendeu e por que decidiu as coisas do jeito que decidiu. A palestra mostra por que essa carta costuma prevenir ressentimento entre herdeiros, inclusive quando a divisão do patrimônio não foi igual para todos. Os participantes saem com um roteiro de perguntas para escrever a sua em casa.

  • Indicado para encerrar uma série de palestras
  • É uma criação autoral do programa TIP
Formato

Duração, público e o que a sala precisa ter


Tudo abaixo é combinável. Se a instituição tiver uma restrição de horário, de espaço ou de equipamento, é só dizer na hora do agendamento.

ItemDescrição
Cerca de 50 minutos de conteúdo e 25 minutos de perguntas. Com a abertura e o encerramento da instituição, reserve 1h30 de sala.
De 20 a 150 pessoas. Funciona melhor quando o idoso vem acompanhado de um familiar, porque a decisão em casa quase sempre é tomada em conjunto.
Brasília e Distrito Federal. Fora do DF, conforme a agenda e mediante combinação prévia.
Por videoconferência, para grupos de qualquer cidade. Mesma duração e mesmo material, enviado em arquivo para a instituição imprimir.
Cadeiras, boa acústica, iluminação adequada e acesso sem escada. Se houver participantes com dificuldade auditiva, avise antes: as primeiras fileiras ficam reservadas para eles.
Projetor ou televisão com entrada HDMI, um microfone para o palestrante e, de preferência, um microfone volante para as perguntas do público. Uma tomada por perto e uma mesa pequena de apoio.
A palestra acontece do mesmo jeito. Nesse caso o material impresso substitui a projeção e o encontro fica mais próximo de uma roda de conversa.
Manhã e início da tarde costumam reunir mais gente em grupos de terceira idade. Em empresas, o horário do almoço funciona bem.
Trinta dias entre o pedido e a data, para dar tempo de organizar a divulgação e imprimir o material.
São permitidas, desde que combinadas antes e avisadas ao público no início. A instituição pode usar o registro nos próprios canais.
Contrapartida

O que a instituição recebe


A instituição não assume custo, não assume risco e não precisa vender nada para os seus associados.

A palestra, sem custo

Não há cobrança pela palestra, nem da instituição nem de quem assiste. Dentro do Distrito Federal também não há cobrança de deslocamento.

Cartilha impressa para cada participante

Cada tema tem a sua cartilha, escrita em linguagem simples e com corpo de letra grande. A do tema dos golpes traz a lista dos sete e os canais oficiais de denúncia. A do tema de documentos traz o checklist para a pessoa preencher em casa.

Material de divulgação pronto

Cartaz digital e um texto curto para o informativo, o mural e os grupos de mensagem da instituição. O material sai com o nome e a marca da instituição, e é enviado quinze dias antes da data.

Espaço de perguntas aberto

As perguntas não passam por triagem e ninguém é obrigado a deixar dados para participar. Quem quiser deixar contato deixa; quem não quiser, assiste, pega a cartilha e vai embora.

Texto para publicar depois

A instituição recebe por e-mail um resumo dos pontos principais, liberado para republicação no boletim, no site ou nas redes. Basta citar a fonte.

Continuidade, se fizer sentido

Nas associações conveniadas, hoje a AFABB-DF e a ABACE, a agenda inclui palestras mensais e uma tarde por mês de orientação gratuita na sede, para quem quiser conversar em particular. Qualquer instituição pode propor um convênio nos mesmos termos.

Público

Quem costuma pedir uma palestra


Associações de aposentados e pensionistas

Público que já se reúne com constância e tem confiança na instituição. É onde o tema dos golpes gera mais perguntas.

Sindicatos

Sobretudo em categorias com muitos aposentados e pensionistas, e em programas de preparação para a aposentadoria.

Clubes e centros de convivência

Encaixa bem na programação cultural, em formato de roda de conversa, com café antes ou depois.

Condomínios residenciais

Os falsos técnicos e o falso funcionário de banco costumam agir por região. Uma palestra no salão de festas alcança várias famílias do mesmo prédio.

Empresas

Recursos humanos, comitês de bem-estar e programas de pré-aposentadoria. Serve tanto para quem está perto de se aposentar quanto para quem cuida de pai e mãe idosos e não sabe por onde começar.

Escritórios de contabilidade

Como conteúdo para a carteira de clientes empresários, especialmente no tema de sucessão e proteção patrimonial.

Clínicas de geriatria, casas de repouso e operadoras de saúde

Os temas de testamento vital, procuração preventiva e organização de documentos dialogam direto com a rotina dessas equipes e das famílias atendidas.

Igrejas e comunidades

Grupos de terceira idade reúnem público numeroso e com vínculo de confiança já estabelecido. O conteúdo é o mesmo: jurídico, prático e educativo.

Compromisso

A palestra não é uma vendaEla informa. Não vende, não capta cliente e não promete resultado.


Não há apresentação de serviços, não há tabela de valores e não há proposta no final. Ninguém sai da sala com um contrato na mão e ninguém recebe ligação depois. A lista de presença, quando existe, é da instituição, e serve para a instituição.

No palco, o advogado responde perguntas gerais e não analisa o caso particular de ninguém. Isso é por duas razões. A primeira é o sigilo: assunto de família não se discute em público. A segunda é técnica: opinião dada sem ler os documentos costuma sair cara para quem ouve.

Quem quiser tratar da própria situação depois sabe onde encontrar o escritório, e procura quando quiser, no tempo que quiser. Essa regra também não é escolha de estilo. A publicidade da advocacia é regulada pelo Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB e pelo Código de Ética, que permitem informar e educar, e não permitem captar clientela.

O princípio por trás de todos os temas


Planejar é cuidar. Organizar é proteger. Prevenir é amar.

Agendamento

Como agendar


O processo inteiro leva poucos dias de conversa. O que consome tempo é a divulgação interna, e por isso o pedido deve chegar com cerca de trinta dias de antecedência.

Envie o pedido

Escreva para [e-mail] ou chame no [telefone/WhatsApp] com quatro informações: nome e tipo da instituição, cidade, tema de interesse e duas ou três datas possíveis.

Conversa de vinte minutos

Por telefone ou videochamada, com quem organiza. Serve para entender quem é o público, qual a faixa de idade predominante, quantas pessoas devem comparecer e se há alguma preocupação específica do grupo. O conteúdo é ajustado a partir daí.

Confirmação por escrito

A instituição recebe um e-mail com data, horário, tema, duração, formato e a lista do que a sala precisa ter. Nada mais precisa ser assinado.

Divulgação

Quinze dias antes, o material de divulgação chega pronto, com o nome e a marca da instituição. A instituição divulga pelos canais que já usa.

No dia

Chegada trinta minutos antes, para testar som e projeção e cumprimentar a diretoria. Palestra, perguntas e entrega da cartilha impressa na saída.

Depois

A instituição recebe por e-mail o resumo para publicar. Se houver interesse em continuar, define-se ali a próxima data e o próximo tema.

Pedidos de instituições fora do Distrito Federal são avaliados caso a caso, e a opção online está sempre disponível.

Quem fala

Tyago Barbosa, OAB/DF 18.206


Advogado desde 2015, com escritório no Lago Sul, em Brasília. Atua em Direito do Idoso, Direito de Família e Planejamento Sucessório. É pós-graduado em previdência complementar, tem formação em negociação por Harvard, pelo CMI Interser, e formação em mediação de conflitos pela Edwards Mediation Academy.

Criou o TIP, Terceira Idade Protegida, uma rede de apoio jurídico e familiar para idosos, viúvas, pensionistas e famílias que querem organizar a vida, proteger o patrimônio, prevenir conflitos e preservar o legado. É autor do livro O QUE FICA: como o Direito pode devolver a paz de uma família, publicado em 2026.

O trabalho parte de uma ideia simples: quase todo processo de família começa como uma conversa que não foi feita. Por isso as palestras existem, e por isso elas tratam de prevenção, e não de disputa.

Um dado ajuda a dimensionar o assunto. O Brasil tem hoje cerca de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. A projeção do IBGE, e é importante dizer que essa segunda parte é projeção e não fato consumado, aponta algo próximo de 67 milhões até 2050.

Perguntas frequentes

O que as instituições costumam perguntar


A palestra tem algum custo para a instituição?

Não. Não há cobrança pela palestra, pelo material impresso nem pelo deslocamento dentro do Distrito Federal.

Qual o número mínimo de participantes?

Vinte pessoas é uma referência confortável. Grupos menores também são atendidos, e nesse caso o formato muda para roda de conversa, com mais tempo de perguntas.

Dá para fazer online?

Sim, por videoconferência, com a mesma duração. O material segue em arquivo para a instituição imprimir ou distribuir aos participantes.

Vocês atendem fora do Distrito Federal?

Presencialmente, conforme a agenda e mediante combinação prévia. Online, para qualquer cidade do país.

Podemos escolher mais de um tema?

Sim. Muitas instituições montam uma série de quatro a seis encontros, um por mês, na ordem que faz mais sentido para o grupo.

Haverá oferta de serviços ou distribuição de proposta?

Não. Não há apresentação comercial, tabela de valores nem abordagem depois do evento. A palestra é conteúdo educativo, e isso também é exigência das regras de publicidade da advocacia.

Os participantes podem perguntar sobre o caso deles?

Podem perguntar, e as perguntas são respondidas em termos gerais, porque o caso concreto exige ler documentos e ouvir a pessoa em particular. Nas associações conveniadas, há uma tarde por mês de orientação gratuita na sede para quem quiser conversar reservadamente.

Precisamos coletar dados dos participantes?

Não. Se a instituição fizer lista de presença, ela fica com a instituição. Nenhum dado é exigido para assistir ou para receber a cartilha.

Podemos gravar e publicar?

Sim, desde que combinado antes e avisado ao público no início. A instituição pode usar o registro nos seus próprios canais.

Como funciona um convênio?

A associação oferece o benefício aos associados sem custo e sem risco, o associado passa a ter desconto nos serviços contratados por fora, e o escritório oferece palestras mensais e uma tarde por mês de orientação gratuita na sede. Hoje existem convênios ativos com a AFABB-DF e a ABACE.

Próximo passo

Solicitar uma palestra


Escreva contando quem é o seu público. A resposta chega em até dois dias úteis.

No pedido, informe o nome e o tipo da instituição, a cidade, o tema de interesse, o número aproximado de participantes e duas ou três datas possíveis. Se ainda não souber qual tema escolher, descreva o grupo e a sugestão vem na conversa.